Vem a ser graciosa essa maneira que as lembranças se “achegam” de mansinho, na calada da noite, calorenta de verão, oblíquo de paixão, desejo e inferno de momento, esse que mira a escuridão e acalenta o silencio, sem perdoar a retroatividade essa de viver todos os dias a mercê da beleza consagrada essa que se chama vida, vida de morrer, é quase pecado, mas, querer por querer, esse amor que quase ninguém crer!
Ó beleza que vos falo que explico entrelinhas, que consagro minha musa, inspiração raio de sol que está escondido por de trás do manto preto, onde dança as estrelas entorpecidas pela lua, a que vida banida, sossega essa lamuria, de desejos e forças brutas; vamos dançar a musica que faz barulho nas esquinas, que irradia as meninas que andam nas avenidas, desprotegidas vencedoras essas que satisfazem os desejos dos homens, que não são reconhecidas mas que roubam da vida sorrisos de satisfação, a carne que apela a cada necessidade essa da união, que na noite vale como profissão.
Palavras excêntricas, grotescas e avassaladoras, mas verdades nua e crua que apela para o juízo que não existe desde nunca, quem faz a alegria e se priva as vezes da vida, há que mais perversa ironia. Mulheres e consagradas, belas e corajosas que fazem do destino algo incerto que abala os conceitos, nessa sociedade congestionada de vidas e estilos, perigos e críticos.
Não sou dama da noite, mas, protetora da verdade, e quem para a dama se entrega, sorri após de canto de lábios com o corpo satisfeito e a mente a cultivar os mais nojentos preconceitos; os primeiros que julgam certamente são os que na calada vazia da noite, busca requintes nos braços das desfrutáveis mulheres insaciáveis.
Tudo isso rege a antiguidade, as moças da vida, os preconceitos equivalentes a muros de desrespeitos a essa sociedade que vive de imperfeitos; Equivalente cada sentido, esse que acontece e que povoa o equilíbrio da vida subjugada que necessita de momentos julgados e covardemente ansiados. Essa é a noite, esse é meu silencio, o que falo do meu ponto de vista, que abrange a simples necessidade em que existe em falar e descriminar quem o adora fazer.
A noite sacia as loucuras vividas, bebidas e vidas, que fazem a historia da humanidade perdida e descontrolada, “brandamente” revoltada.
Desequilibrada naturalidade, versos e frases, poemas e belezas , sorrisos e encantamentos , vidas nas represas...
Irradiada realidade afetada por congestionados pensamentos sem limites e puro preconceitos, lânguida e absorvida, beijos, bocas e puras malicias; há a noite que me excita. Na valsa que encanta e desencanta viver cada dia, um após o outro, repito, sinto malicias!
Festival de barulhos de almas passando, pessoas gritando, a noite sorrindo, mais uma vez no beco da escuridão onde rege o silencio e as falas da alma, que palpita ansiosa por momentos de paz, harmonia e vida, sossegado silencio que guia para tudo de novo, mais um dia, as estrelas se escondem, a lua se apaga e o sol brilha no horizonte como se não houvesse a próxima noite de estranhos e confusos pensamentos, esse que vos escrevo para a loucura da vida, só mais um dia...
P.G
Ó beleza que vos falo que explico entrelinhas, que consagro minha musa, inspiração raio de sol que está escondido por de trás do manto preto, onde dança as estrelas entorpecidas pela lua, a que vida banida, sossega essa lamuria, de desejos e forças brutas; vamos dançar a musica que faz barulho nas esquinas, que irradia as meninas que andam nas avenidas, desprotegidas vencedoras essas que satisfazem os desejos dos homens, que não são reconhecidas mas que roubam da vida sorrisos de satisfação, a carne que apela a cada necessidade essa da união, que na noite vale como profissão.
Palavras excêntricas, grotescas e avassaladoras, mas verdades nua e crua que apela para o juízo que não existe desde nunca, quem faz a alegria e se priva as vezes da vida, há que mais perversa ironia. Mulheres e consagradas, belas e corajosas que fazem do destino algo incerto que abala os conceitos, nessa sociedade congestionada de vidas e estilos, perigos e críticos.
Não sou dama da noite, mas, protetora da verdade, e quem para a dama se entrega, sorri após de canto de lábios com o corpo satisfeito e a mente a cultivar os mais nojentos preconceitos; os primeiros que julgam certamente são os que na calada vazia da noite, busca requintes nos braços das desfrutáveis mulheres insaciáveis.
Tudo isso rege a antiguidade, as moças da vida, os preconceitos equivalentes a muros de desrespeitos a essa sociedade que vive de imperfeitos; Equivalente cada sentido, esse que acontece e que povoa o equilíbrio da vida subjugada que necessita de momentos julgados e covardemente ansiados. Essa é a noite, esse é meu silencio, o que falo do meu ponto de vista, que abrange a simples necessidade em que existe em falar e descriminar quem o adora fazer.
A noite sacia as loucuras vividas, bebidas e vidas, que fazem a historia da humanidade perdida e descontrolada, “brandamente” revoltada.
Desequilibrada naturalidade, versos e frases, poemas e belezas , sorrisos e encantamentos , vidas nas represas...
Irradiada realidade afetada por congestionados pensamentos sem limites e puro preconceitos, lânguida e absorvida, beijos, bocas e puras malicias; há a noite que me excita. Na valsa que encanta e desencanta viver cada dia, um após o outro, repito, sinto malicias!
Festival de barulhos de almas passando, pessoas gritando, a noite sorrindo, mais uma vez no beco da escuridão onde rege o silencio e as falas da alma, que palpita ansiosa por momentos de paz, harmonia e vida, sossegado silencio que guia para tudo de novo, mais um dia, as estrelas se escondem, a lua se apaga e o sol brilha no horizonte como se não houvesse a próxima noite de estranhos e confusos pensamentos, esse que vos escrevo para a loucura da vida, só mais um dia...
P.G