quinta-feira, 30 de junho de 2011

A Aluna

Agradeço as ultimas visualizações, para este assunto visivelmente perturbador a mim e a uma sociedade, cada dia mais conivente com o “diferente”; onde não se pode cultivar a discriminação, seja ela qual for, pois como já falado, é crime.

Após ter manifestado minha opinião, quanto à universidade, Metodista do Sul (IPA), novamente entraram em contato, pedindo a presença da minha mãe, para uma reunião apenas, com  a presença da mesma. Ou seja, não foi o suficiente escrever sobre o assunto; e por isso, resolvi continuar a postar sobre o mesmo tema. Na segunda-feira, recebi um e-mail solicitando um encontro, com a coordenadoria do curso, o que me espantou, afinal até a semana passada a única a ser convocada era minha Mãe. Mas quero encerrar por aqui meu vinculo com a universidade, e com este problema, que há dias vem tirando meu sono e principalmente minha paciência.

Cada e-mail que continha: aulas, trabalhos, provas, e principalmente argumentos mentirosos usado pela a professora citada, no ultimo post; foi entregue nas mãos da responsável pela coordenação do curso, que se negou piamente a assinar, o documento, que constava o recebimento dos e-mails e das incoerências.
Na reunião onde estavam presentes: Minha Mãe, Coordenação do curso, a professora e uma menina responsável por escrever a ata: A professora esbravejou que minhas matérias para serem impressas, foi necessário, que a mesma corrigisse varias vezes. No e-mail entregue a coordenação, continha além dos parabéns da professora, para com a minha matéria, havia também, a liberação para a diagramação; e detalhe, o texto que foi impresso, não teve nenhuma mudança do que eu havia escrito. Logo, quero deixar a pergunta: Aonde foi que a professora teve problemas com o meu texto?

No segundo semestre, tivemos a seguinte tarefa: Escrever para o jornal do IPA, cada aluno teve a responsabilidade de escrever sua matéria, e a turma, no final do semestre elaboraria o jornal, com todos os assuntos. Sendo que, logo no primeiro dia de aula, fomos informados que o assunto, nós mesmos poderíamos escolher.
 Esse trabalho foi feito por outra professora, diga-se de passagem, docente de total qualidade. Meu assunto para o jornal foi: “Casamento gay x legalização”, (na época recém estava sendo liberado o casamento na Argentina). No decorrer do semestre, foi cobrado assunto, nossas entrevistas, texto, até que revisado e finalmente fechado para a impressão no ultimo dia de aula.
No inicio deste ano a professora incoerente, que não tinha envolvimento neste trabalho, entrou em sala, falando mal não só da minha matéria, mas de várias da turma, deixando muitos dos colegas chateados com sua postura totalmente antiética.
Da turma,a minha foi a única que não saiu no jornal, quando finalizado. A professora disse que era por conta de eu não ter a cadeira de diagramação; Eis que, quando fui, me rematricular para o segundo semestre, não continha nas disciplinas que era necessário, para fazer esta cadeira, a disciplina de diagramação; pois caso fosse esse o problema, nem poderia ter feito a cadeira. A professora, disse que minha matéria sairia no próximo jornal, após o término da cadeira.
O que nos é ensinado, logo que se da inicio ao curso, é que para ser pauta boa, que chame a atenção do publico/sociedade, tem que ser novidade, (nada muito difícil para compreender, certo?).
Do que adianta falar hoje de casamento x legalização?
Do ano passado para cá, o Brasil e Argentina, deram um passo grande referente a este assunto, hoje não só é legalizado lá, como aqui no Brasil também.
Queria entender por que minha matéria foi vetada, afinal não era apenas eu a não ter a cadeira de diagramação, mas fui a única a não ter minha matéria no jornal. Até antes da reunião, a professora se vangloriava na sala, por ser a que “comandava” o que sai e o que não sai no jornal do IPA.
 Já na reunião, a única a que não comandava nada era ela, estranho né?
Por que na sala ela é a que decide e perante a coordenação do curso não?
A professora que deu a cadeira de elaboração para o jornal, no ultimo dia de aula, do segundo semestre, havia liberado, e dado a nota final, que a titulo de curiosidade foi 9,0. Assim como todas as matérias a minha também estava autorizada para ser impressa. Este ano, quando perguntei por que não havia saído, nem ela entendeu. Um pouco estranho não é mesmo?

Obs: Queria dizer, que no dia em que estive com minha Mãe na Instituição, pela primeira vez para reclamar do que vinha acontecendo, não esteve presente alguém para escrever a ata. E que no dia em que a professora estava presente, a coordenação do curso falou: “Ontem foi uma conversa informal e hoje teremos tal pessoa, para escrever a ata” (AFIRMANDO QUE FOI INFORMAL). Em nenhum momento falei que era informal, tampouco teria negado alguém para registrar o que falava; afinal de contas, na reunião com todos os presentes, não me deixaram falar, fui apenas para ouvir mentiras e enxergar no olhar o cinismo que há! Não assinei a ata, pelo seguinte motivo, alem de totalmente incoerente toda esta situação, o que foi falado em reunião não passou mentiras totalmente exacerbadas.
Finalizado este assunto/ era uma vez uma aluna que estudou e questionou as atitudes do IPA perante professores!!!
Obrigada a todos que mandaram mensagens e apoiaram esta situação patética provocada por alguém que se diz jornalista, docente da Instituição Metodista do Sul!
Paula Golombiewski

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ser homossexual é um problema?

Quando você faz 18 anos, sabe-se que vai poder ter domínio de todos os seus atos, mas pelo o que constatei ontem, a Instituição Metodista do Sul (IPA), não pensa bem assim. Se eu como maior, fui e reclamei do que vinha acontecendo dentro da instituição, por que será que chamaram apenas a minha mãe para uma reunião? Posso não ser eu quem pago a faculdade, mas sou plenamente capaz de responder por meus atos, afinal sou EU, quase ex -aluna certo?
Nada mais seria falado, apenas entregue o que faltava para finalizar o processo, mas a Faculdade não merece mais a minha calma e muito menos o meu respeito. Um sonho foi quebrado, jamais deixado para trás, apenas um tempo para a troca de Faculdade, mas por que será que insistem?
É por causa de uma aluna que estão perdendo? Ou será por causa do dinheiro da Mãe da aluna?
Entrei na faculdade há um ano e meio, transbordando felicidade, irradiando sonho realizado; logo no primeiro semestre me deparei com uma professora, que deixou clara a sua opinião, quanto a moradores de rua. Minha Pauta “Moradores de rua”, para a professora “Mendigos”. Eis que foi dada a largada de ambas desgostosas, uma para com a outra. Deste então, nada mais bateu.
Perseguição: os trabalhos eram entregues nas datas, às vezes igual aos dos colegas, porém da turma, a única que tinha que refazer era eu. O debate no Laboratório de rádio aconteceu: falei, debati, expus minha opinião quanto ao MEC, mas para a professora era apenas eu que não falava.
Cheguei a ponto de entregar trabalho quatro semanas antes do dia da entrega, minha correção foi dada na última semana do semestre, com reclamações e como sempre sem sequer nenhuma explicação. Perdi ente na minha família, o ano passado, e perante a turma fui chamada de mentirosa. Após o acontecido, veio às desculpas, na chuva em frente ao Colégio Americano, um abraço seco e mentiroso igual a cada palavra de desculpas. Ao contrário do que a professora falou: Sei perdoar, sei entender, apenas quanto sinto que é de verdade, o que não foi o que aconteceu. E que hoje, mais do que nunca sei como não era verdade.
A pior coisa que se tem, é falar, ter provas, e quem está no poder fingir não ver, escutar e “deletar”. Como assim? O que é necessário acontecer para se fazer vista? Para se fazer ouvida?
Quero respostas, quero respeito, sou cidadã.
E não IPA, não tenho a necessidade de ser acompanhada, tampouco tenho problemas com alguém da minha família; Minha opção sexual é sim homoafetiva, se isso é um problema, esse problema é apenas de vocês. Mas não vamos esquecer,
HOMOFOBIA É CRIME!
Paula Golombiewski

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Iludida

Caminhando em águas,
Onde a cooperativa é formada e completamente ditada,
Onde um sorriso soa falso,
Diante da angustia insuportável,
Sussurro são as verdades,
Que se ilude perante a frota,
Salvem-se quem puder,
Deste tormento manuseado,
Ditado e puramente covarde,
Quem esta no poder,
Fala sem crer,
Olha sem ver,
Escuta o que convém,
É preciso mudar,
A história que há,
Mentiras e mentiras,
Engolindo as metades,
Pura falsidade,
Grita sociedade,
Reclamam covardes,
Muda essa merda,
Que ganha nossas esferas,
Dinheiro e principalmente nosso tempo!
P.G



segunda-feira, 6 de junho de 2011

...

Contrapartida aleatória,
Desejos sucumbidos,
Universo feminino,
Clama as rosas,
Purificadas absolutamente desejadas,
Olhares inquisidores,
Ofuscas belezas,
Escondidas atrás das mesas,
Vidas soltas na represa,
Do mar de sentimentos,
A onda leva para dentro,
Dores e desapontamentos,
Amores soltos no vento,
Molhados pela chuva,
Escreve torturas e torturas,
Na rua escorre as calunias,
Das mulheres belas,
Seminuas aéreas,
Mirando a vida,
Que passa e passa,
Cantando as desgraças,
Sorrindo desembaraços,
Rodando o mundo,
A música ao fundo,
Descreve o futuro,
De mulheres comandando o mundo!
P.G