quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Desabafo.


“Na sequência dos segundo absorvo as positividades oferecidas pela terra, e tento desesperadamente negar as negatividades oferecidas pelo vento, os dias são de festas, o ano que termina, as vidas que brindam ao que vai dar inicio, mas esquecemos que vivemos em uma sociedade fechada, assoberbada e decapitada.
Quero novidades e quero um mundo novo, esse é meu pedido para o ano que vai entrar, quero novas energias, novos sonhos e novas pessoas em minha vida; estou cansada da mesmice, da falta de igualdades, da má vontade alheia para com um mundo menos pior...
Todos os dias quando saio de casa, olho crianças que não tem o que comer e quando chego no trabalho vejo gente esbanjando “dinheiro” e nem ai para os problemas sociais, que hoje englobam uma realidade inata e que deixa a desejar para todos que vivem nela!
É uma falta de sensibilidade e preocupação que gira junto com nossas vidas, precisamos de mais tempo e principalmente de mais coração!
Estou exausta de final de ano, sério, hoje o dia foi foda e o que ouvi foi mais foda ainda, por isso eu acho que está mais do que na hora de mudarmos conceitos e pensar muito bem que rumo nossa realidade esta tomando... Não queremos violência, mas com a maneira preconceituosa de olhar qualquer um, seja gay, seja o que for já geramos preconceito.
Somos fabrica de gerar conflitos, preconceitos e inimizades, esquecemos de fabricar energias boas para este mundo que esta cada vez mais no buraco por conta das nossas incansáveis escolhas de um mundo perfeito.”
“Beleza rara de viver a deriva da vida,
A mercê dos sonhos,
Brindamos o novo,
Ano este que entra,
Mais uma virada,
Quase uma metáfora,
De vida que engloba energias,
Há esta vida,
Que nos enche de alegrias,
Choros e tristezas,
Amores e incertezas,
Mais um ano se foi,
Bebemos ao que vai entrar,
Esquecemos os maus momentos,
E brindamos o perfeito,
Mal de nós humanos,
Imperfeitos e supostos entendedores da alma,
Que clama por paz,}
Há este mundo que necessita erguer a bandeira branca para com nossas vidas,
Pedimos glória e dias de paz.”
P.G

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo.


“E mais um Natal se foi, famílias confraternizaram, pessoas se encontraram e brindaram a mais um renascimento; é impossível dizer que o espírito do Natal não é belo, o problema não esta na beleza dos sentimentos dos humanos, e sim no que, nós de carne fizemos para transformar a dada Natalina. Onde o comércio agradece, e cada ano que passa, se fortalece dos mais belos “presentes”, o que encanta nossos olhos e com facilidade abrimos nossas carteiras e esbanjamos, afinal, o que mesmo é Natal? Será que ainda sabemos?
Mas sem lamurias e sem  por quês, não é mais o momento de tentar mostrar como a nossa humanidade esta por fora dos reais sentimentos, agora é momento de se concentrar para o ano que vai entrar, deixar as coisas ruins e má resolvidas para trás.
Desejo a todos um próspero Ano Novo, repleto de paz, saúde, amor, sucesso, harmonia, realizações, energias positivas e tudo que seja puro e verdadeiro nos corações dos homens.

A beleza esta no brilho de viver e se encantar por este mundo maduro, às vezes inofensivo, mas que vira lobo quando assim necessita;
A música da vida nos embala para alem dos encantos de um mundo redondo, de azul e nuvens brancas, que inundam nosso olhar para um horizonte de paz, que muito longe parece estar;
Mais um ano, mais muitas vidas, mais muitos sonhos, mais e mais.
Feliz Ano Novo galera!”
P.G


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Caminho do trabalho.

Faço uma breve caminhada até chegar ao trabalho, passo por pessoas e pessoas das mais diferentes possíveis; Sinto muitos cheiros misturados e são poucos que sorriem para o acaso.
Todos os dias é assim, vejo feições alegres, cansadas, tristes e até mesmo mal educadas ou se preferir mal encaradas mesmo; Estilos dos mais diversificados, vidas das mais alucinantes e até quem não tem o direito de “viver”, mas está ali esperando mais um dia para quem sabe, uma mudança na rotina.
Caminho a passos lentos e observo, procuro olhar nos olhos de quem passa ao meu lado, busco saber das vidas alheias, por mera curiosidade, vontade de saber estritamente. Consigo ver felicidade, mas também enxergo tristeza e principalmente saco cheio, pode ser a época, que normalmente estamos cansados do ano, e quem diz que não aparece nos traços seu “astral” engana-se piamente.
Respiro e escuto, tem esquinas que o silencio é tão sufocante que quase escuto as batidas desesperadas das pessoas aleatórias que passam por mim, mas assim como tem momentos de silencio profundo, há esquinas que os carros gritam, as buzinas entram na minha mente e quase não vejo mais nada, chego a ficar atordoada!
Passo em frente de escolas e vejo crianças correndo, Pais e Mães sorrindo, e aquele tumulto de adultos e estudantes, gritaria e correria, apenas mais um dia.
Vejo bares, Pubs, tudo de portas baixadas, é estranho não ver copos e copos de cervejas e muitas pessoas flertando, não sei se prefiro o silencio ou vê o flerte alheio.
Aonde trabalho, ou pelo menos assim que chamo, é um pequeno mostro de prédio de 21 andares, muitas pessoas, muitas energias, muito tudo. Ao adentrar o prédio, sinto e reflito tamanha é a loucura do rol, pessoas que nem olham na cara, aparentam ter medo de serem descobertas, mas esquecem da pequena e importante dádiva da vida- energias- e não, não é das melhores que ronda o prédio. Tudo depende do dia, e principalmente do caráter da pessoa.
Chego quase que cansada na sala tamanha minha vontade de descobrir vidas alheias, tamanha a disposição que coloco em apenas observar. Escuto tudo e não escuto nada no caminho do trabalho, olho tudo e não vejo nada, fixo os olhos nos rostos e nunca me lembro de nenhum no final do dia, quase que louca, mas necessário para tentar entender um pouco do nada.
P.G

terça-feira, 20 de dezembro de 2011


"Respeitada e idolatrada sociedade dos covardes, que inflamam pensamentos e às vezes desejos; Vingamos numa realidade remota e atordoada, por pessoas apressadas para com a vida, sem tempo de respirar e ligar para sentimentos alheios.
Vivemos num mundo redondo de deverás perplexidades, historias que não terminam e vidas que não vingam...
Na realidade acovardada suja e destinada, as vidas se fazem de destino acorrentados, murmúrios insatisfeitos do vento, que batem no rosto e sussurram o barulho da vida que passa, sem ter volta viva e liberte-se.
Na música encontramos palavras que servem de consolo, na meditação encontraram a paz que o mundo a muito deixou de nos transmitir, nas caminhadas do parque libertamos nossas frustrações para com o mundo e assim sucessivamente; Procuramos desesperadamente maneiras de nos desligarmos da realidade que só nos apressa para viver...
Rodeados de uma realidade inata, consagrada  dos homens, machismo e pouco caso.
E assim mais um ano se vai, e dá entrada para um ano que promete ser revolucionário para a história dos humanos, todos tem que convir comigo: Ainda sonhamos com aquele grande amor, aquela vida bonita e colorida, nada realmente mudou...
Que nesta fechada de ano, paramos e pensamos no que queremos para nossa vida e principalmente o que queremos para a vida da sociedade, esse egoísmo existente, essa cobrança para ser quem não somos, essa falta de caráter que marca a face dos homens.
Precisamos sair desse poço da solidão, onde só vimos e ouvimos nossos problemas, as vezes causados pela pouca dignidade no simples fato de viver..."
P.G

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


“O raio do sol entrou na janela fechada para vida,
Inundou a cama e todos os sentidos,
Mexeu no baú dos sentimentos,
Revigorei meus pensamentos,
Revivi momentos jurando não mais tormentos,
Nova era,
Novos dias,
Brilha sol e encanta meus dias...”


“Um momento induzido de lembranças retóricas, suspiros aliviados, foi difícil o caminho para voltar a enxergar o sol que brilha quando o dia começa raiar; Dia após dia, culpa acumulada de vontades, desejos e inimizades...
Não fui compreendida, e nem soube me compreender, não faço mais questão, necessito apenas esquecer, os dias quase vividos de um amor proibido. Fui e sou descontrolada por atenção, da natureza e da vida espero respostas e energias, de paz brilhante na minha vida, rara beleza essa de querer não mais viver apenas por viver.
Dos raios de sol respiro o brilho, do vento arrecado limpeza da alma, dos sorrisos alheios revigoro o amor, esqueço de querer penso apenas em absorver, viver em equilíbrio mental e principalmente amoroso, amo agora quem me ama, esqueci quem não me deu atenção, me machuco fácil, mas, curo mais fácil ainda toda e qualquer derrota. Alguns dizem ser um dom, eu considero apenas uma nítida vontade de viver e aprender, com cada um e com cada tombo. Não gosto de me entregar por medo de sofrer e quando o faço me arrependo como agora, mas como muitas que já passaram, essa será mais uma, nas lembranças guardarei meu inocente desejo de fazê-la feliz, e vivermos livremente nesse mundo inconseqüente, mas não fui aceita, nem adepta a vida da mesma, demorei em entender e até compreender tudo que se fez e criou vida, na verdade não entendi por completo até agora, mas me esforço dia após dia, renovando todas as minhas energias e deixando de lembrar-me dos momentos que não brilham mais com tamanha intensidade.
Aprendi com erros e por ser muito afobada, querer tudo para ontem , me esqueço facilmente do hoje, mas tudo esta encaminhado para o fundo das lembranças, aquelas que serão definitivamente esquecidas e guardas...
Quero a liberdade de sentimentos, livre aceitamento, que venha a virada de ano e novos desafios, que este ano fique para trás junto daquele quase, quem sabe, talvez... O fora da minha vida, foi desvendado este ano, quero deixar nas águas do mar toda e qualquer vontade de beijar teus lábios e amaciar seus sentimentos, não quero mais lembrar e lembrar...
Viso aprofundar minha volúpia em superar, o ano que vai entrar, vou surpreender e me enlouquecer...”
P.G