Sentada no topo do poder,
Deixa-se entender,
Do querer e proceder,
Aliviada de tormentos,
Bebe do vinho alucinante,
Esquecendo- se das calunias,
Entrega-se a loucura,
A música rola,
Na sala escura,
Danças de lembranças,
Pairando no ar,
Amores vividos,
De imperfeitos impuros,
Sede de amar,
Constantemente sobre o luar,
Lágrimas escorregam,
Na pele de seda,
De quem acreditou,
E um dia se deixou,
Limitações de frustrações,
Sobre o véu de sobreviver,
Árdua e isolada,
Carência de sobrevivência,
Gosto amargo,
Vidro estilhaçado,
Sobre o colo da noite,
O sangue do ‘amado’,
Escorre isolado,
Na tormenta do passado,
Horas possíveis,
Junto do luto do veneno,
Encanto por engano,
Da sociedade alucinada,
A água da chuva,
Lava a rua,
De passado sombrio,
De seu esconderijo,
Pesadelo atual,
De vidas conjugais,
Limitações de não poder viver,
Sobre a arte de se render!P.G
Muito bom!
ResponderExcluirEstá conseguindo expressar sentimentos muito bem quando escreve, dá pra sentir o que tu estávas querendo dizer quando escreveu.
Beijos.
"Pesadelo atual,
ResponderExcluirDe vidas conjugais,
Limitações de não poder viver,
Sobre a arte de se render"
Que estrofe hein... o.O
Tem escrito a cada dia mais e melhor!!
[amo]