As palavras são complacentes,
As pancadas de solidão comovente,
Na indulgência de sobriedade sem estimulo de ir para frente,
Quero voltar a ser criança,
Mundo de esperança,
Sair deste mundo,
De promessas mundanas,
Um céu de marfim,
Ilumina os dias que seguem sem fim,
Esquecido e subjugado,
Da natureza dos atrasados,
Choro lágrimas trancadas,
Da menina esquecida,
De um dia rainha,
Na realidade suja e mesquinha,
Danço os dias passageiros,
De sonhos eloqüentes,
De vida banida,
Do ar que a gente respira,
Alucinada carência,
De sobrevivência caótica,
Na liberdade suburbana,
De nos caretas sacanas,
Gritos abafados,
Da humanidade centrada,
Do querer nada,
Sobre a mira da política safada,
Clamamos a liberdade,
Num mundo onde estamos presos,
Atualidade cheia de defeitos,
Essa em que vivemos...
P.G
Muito bom!
ResponderExcluirTu estás conseguindo transmitir através das palavaras o que está sentindo (acho que já disse isso no poema anterior, rsrs). Aliás, transmitir muito bem. Além disso, está muito bem escrito.
Parabéns! E continua escrevendo!!!
Amo, beijos.
"Choro lágrimas trancadas,
ResponderExcluirDa menina esquecida,
De um dia rainha,"
Para mim será a eterna rainha, que não chora, e jamais sera esquecida!
[vida minha]