“Tinha esquecido, ou talvez esquecer não seja a melhor palavra, mas afastei do meu desejo maior, dos meus sentimentos loucos e sobrepostos a beleza primordial dos olhos quase cor de mel. Por onde andas, ou aonde está, não é bem verdade, mas, prefiro continuar a não saber.
Um desejo oculto, escondido dos muros, olhares e conversas na mesa longe da dignidade conquistada.
Como é bom não te ver, escutar, admirar, novamente não fazes parte do meu eu. Para evoluir tive que partir, deixar para trás todo e qualquer sentimento; tudo me tirava à paz, inclusive tua distancia nos modos adequados que culminava para me afastar. Não me ouviu, e quem sabe nem me viu, minha alma esteve a observar cada suspiro que lançava nas noites de luar; escutava e me calava, o medo me mandou para longe antes mesmo de chegar até você.
Me afastei sem nem ao menos dizer nada, apenas senti a necessidade de sair antes que fosse tarde de mais, e já não conseguisse mais, forças faltaram, mas me levaram mesmo vagarosamente para bem longe de sentimentos e pensamentos que ainda estão aqui dentro. Já fez messes, logo fará anos, e será que tudo isso vai continuar aqui dentro?
Somos cores fortes e que não combinam na atmosfera da vida que corre, cores que uma perto da outra brilha por entre os raios de sol, essência e desejo refletido nas cores mortas do mundo que nos envolvem.
Cores da vida, cores da alma, cores do desejo, cores e cores um mundo de cores. Uns amam, outros querem, alguns desejam, mas as cores movem o mundo e as vontades de querer amar e amar. Onde mesmo será que está?
Sentada no escuro do quarto, o vento batendo na janela interrompendo minhas lembranças afoitas e desnecessárias, existentes mesmo contra minha vontade, vivas como nunca nos dias que já passaram e ficaram para lá, não mais cá, vai para longe desejo que há.
Olhos de vidro, que quebrou com a partida, esqueceram os dias não vividos, mas sentidos que beiraram a loucura de uma historia de dor, adeus e quem sabe um dia de amor...
Há, mas você não sabe, ou finge não saber para se sobressair de quem não tem mais que fugir, eu fugi e não pretendo voltar, não quero mais tormentos, mas você precisa deixar meus sentimentos e pensamentos...
Uma garrafa de cerveja acompanhada de um cigarro para adentrar na minha memória e apagá-la de vez, inútil, mais uma cerveja, um faz me rir para quem sabe invadir e apagar tudo, das lembranças a sua imagem descabida que brilha lá dentro feito eterno. Necessito o desapego, a vitória de esquecer que já se foi para não mais voltar. Vou subir evoluir cada vez mais e deixar pra trás quem um dia escapou. “
P.G
Um desejo oculto, escondido dos muros, olhares e conversas na mesa longe da dignidade conquistada.
Como é bom não te ver, escutar, admirar, novamente não fazes parte do meu eu. Para evoluir tive que partir, deixar para trás todo e qualquer sentimento; tudo me tirava à paz, inclusive tua distancia nos modos adequados que culminava para me afastar. Não me ouviu, e quem sabe nem me viu, minha alma esteve a observar cada suspiro que lançava nas noites de luar; escutava e me calava, o medo me mandou para longe antes mesmo de chegar até você.
Me afastei sem nem ao menos dizer nada, apenas senti a necessidade de sair antes que fosse tarde de mais, e já não conseguisse mais, forças faltaram, mas me levaram mesmo vagarosamente para bem longe de sentimentos e pensamentos que ainda estão aqui dentro. Já fez messes, logo fará anos, e será que tudo isso vai continuar aqui dentro?
Somos cores fortes e que não combinam na atmosfera da vida que corre, cores que uma perto da outra brilha por entre os raios de sol, essência e desejo refletido nas cores mortas do mundo que nos envolvem.
Cores da vida, cores da alma, cores do desejo, cores e cores um mundo de cores. Uns amam, outros querem, alguns desejam, mas as cores movem o mundo e as vontades de querer amar e amar. Onde mesmo será que está?
Sentada no escuro do quarto, o vento batendo na janela interrompendo minhas lembranças afoitas e desnecessárias, existentes mesmo contra minha vontade, vivas como nunca nos dias que já passaram e ficaram para lá, não mais cá, vai para longe desejo que há.
Olhos de vidro, que quebrou com a partida, esqueceram os dias não vividos, mas sentidos que beiraram a loucura de uma historia de dor, adeus e quem sabe um dia de amor...
Há, mas você não sabe, ou finge não saber para se sobressair de quem não tem mais que fugir, eu fugi e não pretendo voltar, não quero mais tormentos, mas você precisa deixar meus sentimentos e pensamentos...
Uma garrafa de cerveja acompanhada de um cigarro para adentrar na minha memória e apagá-la de vez, inútil, mais uma cerveja, um faz me rir para quem sabe invadir e apagar tudo, das lembranças a sua imagem descabida que brilha lá dentro feito eterno. Necessito o desapego, a vitória de esquecer que já se foi para não mais voltar. Vou subir evoluir cada vez mais e deixar pra trás quem um dia escapou. “
P.G
Nenhum comentário:
Postar um comentário