Quando você faz 18 anos, sabe-se que vai poder ter domínio de todos os seus atos, mas pelo o que constatei ontem, a Instituição Metodista do Sul (IPA), não pensa bem assim. Se eu como maior, fui e reclamei do que vinha acontecendo dentro da instituição, por que será que chamaram apenas a minha mãe para uma reunião? Posso não ser eu quem pago a faculdade, mas sou plenamente capaz de responder por meus atos, afinal sou EU, quase ex -aluna certo?
Nada mais seria falado, apenas entregue o que faltava para finalizar o processo, mas a Faculdade não merece mais a minha calma e muito menos o meu respeito. Um sonho foi quebrado, jamais deixado para trás, apenas um tempo para a troca de Faculdade, mas por que será que insistem?
É por causa de uma aluna que estão perdendo? Ou será por causa do dinheiro da Mãe da aluna?
É por causa de uma aluna que estão perdendo? Ou será por causa do dinheiro da Mãe da aluna?
Entrei na faculdade há um ano e meio, transbordando felicidade, irradiando sonho realizado; logo no primeiro semestre me deparei com uma professora, que deixou clara a sua opinião, quanto a moradores de rua. Minha Pauta “Moradores de rua”, para a professora “Mendigos”. Eis que foi dada a largada de ambas desgostosas, uma para com a outra. Deste então, nada mais bateu.
Perseguição: os trabalhos eram entregues nas datas, às vezes igual aos dos colegas, porém da turma, a única que tinha que refazer era eu. O debate no Laboratório de rádio aconteceu: falei, debati, expus minha opinião quanto ao MEC, mas para a professora era apenas eu que não falava.
Perseguição: os trabalhos eram entregues nas datas, às vezes igual aos dos colegas, porém da turma, a única que tinha que refazer era eu. O debate no Laboratório de rádio aconteceu: falei, debati, expus minha opinião quanto ao MEC, mas para a professora era apenas eu que não falava.
Cheguei a ponto de entregar trabalho quatro semanas antes do dia da entrega, minha correção foi dada na última semana do semestre, com reclamações e como sempre sem sequer nenhuma explicação. Perdi ente na minha família, o ano passado, e perante a turma fui chamada de mentirosa. Após o acontecido, veio às desculpas, na chuva em frente ao Colégio Americano, um abraço seco e mentiroso igual a cada palavra de desculpas. Ao contrário do que a professora falou: Sei perdoar, sei entender, apenas quanto sinto que é de verdade, o que não foi o que aconteceu. E que hoje, mais do que nunca sei como não era verdade.
A pior coisa que se tem, é falar, ter provas, e quem está no poder fingir não ver, escutar e “deletar”. Como assim? O que é necessário acontecer para se fazer vista? Para se fazer ouvida?
Quero respostas, quero respeito, sou cidadã.
E não IPA, não tenho a necessidade de ser acompanhada, tampouco tenho problemas com alguém da minha família; Minha opção sexual é sim homoafetiva, se isso é um problema, esse problema é apenas de vocês. Mas não vamos esquecer, HOMOFOBIA É CRIME!
Paula Golombiewski
E não IPA, não tenho a necessidade de ser acompanhada, tampouco tenho problemas com alguém da minha família; Minha opção sexual é sim homoafetiva, se isso é um problema, esse problema é apenas de vocês. Mas não vamos esquecer, HOMOFOBIA É CRIME!
Paula Golombiewski
Que saco, escrevi um mega texto e não enviou quando fiz para enviar!!!
ResponderExcluirMas vamos ao que interessa:
Ainda bem que existem pessoas capazes de enfrentar seus medos, e apontar as injustiças para tentar mudar alguma coisa! De nada adianta a legalização da união homoafetiva, se não tiver ninguém capaz de enfrentar, e derrubar, alguns os padrões sociais!!
Você deu o primeiro passo, com certeza alguma coisa causou nas pessoas que te escutaram.
Parabéns pela ação, não só por reclamar da descriminação, mas reclamar por outro direito que você tem, o de um ensino de qualidade!!!
Fiquei pensando, porque tanto medo??? Até nisso existem pessoas covardes de reclamar??? Mesmo em faculdade??? Pra que ser adulto, pra que ser responsável por seus atos, se não existe ato, se não tem ação?? Para que ter direito ao livre arbítrio, se não tem valor a própria opinião? Acho que muitas pessoas ainda têm muito que amadurecer, e refletir. Refletir sobre o que querem para si, o que merece, e quanto vale o seu investimento (dinheiro).
Estou orgulhosa de você!!! Parabéns!!
[AMO]³
Beijo
Eu estou absolutamente abismada com tudo isso.
ResponderExcluirComo pode uma professora de jornalismo, vejam bem, JORNALISMO ter uma atitude como essa?
Uma pessoa que deveria lutar contra o preconceito e lutar pelos direitos iguais ao inves de julgar as pessoas e prejudica-las pela sua opção sexual.
É UM ABSURDO!
Por causa de pessoas como esta mulher que o brasil ainda sofre da DOENÇA que é o preconceito.
Eu acho que essas pessoas precisam de um tratamento de choque pra ver que cada um é cada um e tem que ser respeitado pelas suas escolhas.
PRIMA...
Relaxa, é tudo inveja!
Pessoas mal amadas que não sabem o que é ser FELIZ!
Beijos.