Agradeço as ultimas visualizações, para este assunto visivelmente perturbador a mim e a uma sociedade, cada dia mais conivente com o “diferente”; onde não se pode cultivar a discriminação, seja ela qual for, pois como já falado, é crime.
Após ter manifestado minha opinião, quanto à universidade, Metodista do Sul (IPA), novamente entraram em contato, pedindo a presença da minha mãe, para uma reunião apenas, com a presença da mesma. Ou seja, não foi o suficiente escrever sobre o assunto; e por isso, resolvi continuar a postar sobre o mesmo tema. Na segunda-feira, recebi um e-mail solicitando um encontro, com a coordenadoria do curso, o que me espantou, afinal até a semana passada a única a ser convocada era minha Mãe. Mas quero encerrar por aqui meu vinculo com a universidade, e com este problema, que há dias vem tirando meu sono e principalmente minha paciência.
Cada e-mail que continha: aulas, trabalhos, provas, e principalmente argumentos mentirosos usado pela a professora citada, no ultimo post; foi entregue nas mãos da responsável pela coordenação do curso, que se negou piamente a assinar, o documento, que constava o recebimento dos e-mails e das incoerências.
Na reunião onde estavam presentes: Minha Mãe, Coordenação do curso, a professora e uma menina responsável por escrever a ata: A professora esbravejou que minhas matérias para serem impressas, foi necessário, que a mesma corrigisse varias vezes. No e-mail entregue a coordenação, continha além dos parabéns da professora, para com a minha matéria, havia também, a liberação para a diagramação; e detalhe, o texto que foi impresso, não teve nenhuma mudança do que eu havia escrito. Logo, quero deixar a pergunta: Aonde foi que a professora teve problemas com o meu texto?
No segundo semestre, tivemos a seguinte tarefa: Escrever para o jornal do IPA, cada aluno teve a responsabilidade de escrever sua matéria, e a turma, no final do semestre elaboraria o jornal, com todos os assuntos. Sendo que, logo no primeiro dia de aula, fomos informados que o assunto, nós mesmos poderíamos escolher.
Esse trabalho foi feito por outra professora, diga-se de passagem, docente de total qualidade. Meu assunto para o jornal foi: “Casamento gay x legalização”, (na época recém estava sendo liberado o casamento na Argentina). No decorrer do semestre, foi cobrado assunto, nossas entrevistas, texto, até que revisado e finalmente fechado para a impressão no ultimo dia de aula.
Esse trabalho foi feito por outra professora, diga-se de passagem, docente de total qualidade. Meu assunto para o jornal foi: “Casamento gay x legalização”, (na época recém estava sendo liberado o casamento na Argentina). No decorrer do semestre, foi cobrado assunto, nossas entrevistas, texto, até que revisado e finalmente fechado para a impressão no ultimo dia de aula.
No inicio deste ano a professora incoerente, que não tinha envolvimento neste trabalho, entrou em sala, falando mal não só da minha matéria, mas de várias da turma, deixando muitos dos colegas chateados com sua postura totalmente antiética.
Da turma,a minha foi a única que não saiu no jornal, quando finalizado. A professora disse que era por conta de eu não ter a cadeira de diagramação; Eis que, quando fui, me rematricular para o segundo semestre, não continha nas disciplinas que era necessário, para fazer esta cadeira, a disciplina de diagramação; pois caso fosse esse o problema, nem poderia ter feito a cadeira. A professora, disse que minha matéria sairia no próximo jornal, após o término da cadeira.
Da turma,a minha foi a única que não saiu no jornal, quando finalizado. A professora disse que era por conta de eu não ter a cadeira de diagramação; Eis que, quando fui, me rematricular para o segundo semestre, não continha nas disciplinas que era necessário, para fazer esta cadeira, a disciplina de diagramação; pois caso fosse esse o problema, nem poderia ter feito a cadeira. A professora, disse que minha matéria sairia no próximo jornal, após o término da cadeira.
O que nos é ensinado, logo que se da inicio ao curso, é que para ser pauta boa, que chame a atenção do publico/sociedade, tem que ser novidade, (nada muito difícil para compreender, certo?).
Do que adianta falar hoje de casamento x legalização?
Do ano passado para cá, o Brasil e Argentina, deram um passo grande referente a este assunto, hoje não só é legalizado lá, como aqui no Brasil também.
Do ano passado para cá, o Brasil e Argentina, deram um passo grande referente a este assunto, hoje não só é legalizado lá, como aqui no Brasil também.
Queria entender por que minha matéria foi vetada, afinal não era apenas eu a não ter a cadeira de diagramação, mas fui a única a não ter minha matéria no jornal. Até antes da reunião, a professora se vangloriava na sala, por ser a que “comandava” o que sai e o que não sai no jornal do IPA.
Já na reunião, a única a que não comandava nada era ela, estranho né?
Por que na sala ela é a que decide e perante a coordenação do curso não?
A professora que deu a cadeira de elaboração para o jornal, no ultimo dia de aula, do segundo semestre, havia liberado, e dado a nota final, que a titulo de curiosidade foi 9,0. Assim como todas as matérias a minha também estava autorizada para ser impressa. Este ano, quando perguntei por que não havia saído, nem ela entendeu. Um pouco estranho não é mesmo?
Obs: Queria dizer, que no dia em que estive com minha Mãe na Instituição, pela primeira vez para reclamar do que vinha acontecendo, não esteve presente alguém para escrever a ata. E que no dia em que a professora estava presente, a coordenação do curso falou: “Ontem foi uma conversa informal e hoje teremos tal pessoa, para escrever a ata” (AFIRMANDO QUE FOI INFORMAL). Em nenhum momento falei que era informal, tampouco teria negado alguém para registrar o que falava; afinal de contas, na reunião com todos os presentes, não me deixaram falar, fui apenas para ouvir mentiras e enxergar no olhar o cinismo que há! Não assinei a ata, pelo seguinte motivo, alem de totalmente incoerente toda esta situação, o que foi falado em reunião não passou mentiras totalmente exacerbadas.
Finalizado este assunto/ era uma vez uma aluna que estudou e questionou as atitudes do IPA perante professores!!!
Obrigada a todos que mandaram mensagens e apoiaram esta situação patética provocada por alguém que se diz jornalista, docente da Instituição Metodista do Sul!
Paula Golombiewski
E ponto final!!!
ResponderExcluirDo que adianta a Universidade agora tentar fazer algo, com a aluna que já perdeu??? Será mesmo que é a aluna quem precisa de maior atenção da coordenadoria do curso, ou será que é o curso, e alguns professores, quem estão demandando atenção?
Ao longo dos meus anos de escola, sempre critiquei, aqueles professores velhos, não por serem velhos, mas sim por seus planejamentos de aula terem a mesma idade deles. Eram cadernos de folhas já amareladas por conta do tempo.
Professores, que exigiam dos alunos um comportamento igual ao que eles tinham de ter, em seus anos de estudos. Mas que provavelmente nåo lembravam que a sua década foi marcada pela repressão, uma ditadura que nínguem gostaria de reviver. Hoje, depois de muitas manifetações, temos um direito muito importante, o direito a expressão, ao livre abítrio. Direito esse que nos é vedado a todo momento, e principalemente nos ambientes escolares, no qual alunos não se manifestão, por medo da repressão, ou então, medo do castigo, termo mais moderno para a tortura???
Ao meu ver as pessoas vão a escola, ou universidade, para aprender coisas que ter recursos para formar sua opinião, refletir, questionar, se expressar, dentre outras coisas. E hoje temos ambientes de ensino baseados no silencio, e submisão. Como foi explicitado neste caso do IPA.
O tempo passa para todos, as coisas se renovam, as pessoas evoluem, a sociedade muda, e exige coisas que no passados era considerado fútil. Junto com toda essa transformação, há a necessidade, nesse caso, da Instituição de Ensino se adaptarem a nova realidade.
E agora, nesse momento, me questiono: IPA, não estaria na hora de renovar a equipe docente?
Absurdo que uma instituição de ensino compactue com esse tipo de atitude de uma de suas docentes. E os direitos dos alunos onde estão? A coordenação deveria resolver o problema, não agravá-lo. Pelo que entedi só se preocuparam em falar contigo quando viram que iam perder a mensalidade, por que pelo visto o IPA não consideram os alunos importantes, a mensalidade que eles pagam sim.
ResponderExcluirFez muito bem em questionar, se todas as pessoas que já passaram por problemas desse tipo fizessem o mesmo as coisas poderiam ser mudadas.
Faculdades formam profissionais, opressão e discriminação não me parecem o jeito mais indicado de formar bons profissionais, criticos e questionadores (estes se veem obrigados a sair de uma faculdade que faz isso). O jornalismo nesse país lutou tanto contra a censura, e uma professora de jornalismo censura seus alunos em sala de aula. Isso é no minimo contraditório.
Parabéns pela atitude e pela coragem!
Boa sorte na nova faculdade.
É lamentável que ainda aconteça esse tipo de coisa.
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