“Somos formadores de opinião, hoje pura e barata, comprada nas esquinas da vida; vivemos o dia a dia.
Aprendemos o certo, ditamos o correto, mas criamos nossos destinos, torpes e mesquinhos. Onde existem leis, movendo o poder, de quem manda e quem respeita. A historia é assim, contada, mostrada, subordinada.
Um mundo redondo de preconceitos, cultiva medos e "respeitos" antigo, um dia dividido, corte e plebeus, ditando nossos perigos.
Aprendemos o certo, ditamos o correto, mas criamos nossos destinos, torpes e mesquinhos. Onde existem leis, movendo o poder, de quem manda e quem respeita. A historia é assim, contada, mostrada, subordinada.
Um mundo redondo de preconceitos, cultiva medos e "respeitos" antigo, um dia dividido, corte e plebeus, ditando nossos perigos.
Amamos sem pudor, na irreverência do desejo, somos todos pecadores do mais puro amor, de querer se entregar para o mundo discordar.
Não há no planeta, quem não queira amar e ser amado; perder a razão, sufoca-se de puro tesão.
é guardado no brilho das estrelas, a alma dos sonhos, o perfume das flores, o frasco antigo com cheiro do passado, os dias vividos no baú antigo, fechado a sete chaves.
é guardado no brilho das estrelas, a alma dos sonhos, o perfume das flores, o frasco antigo com cheiro do passado, os dias vividos no baú antigo, fechado a sete chaves.
Respiramos um ar sujo, de violência mesquinha, que nosso dia a dia, oferece na bandeja a cada um, a cada historia da mais diferente possível. Somos rodeados de incertezas, provocadas nas almas soltas, que escrevem cada vida, passo, bem e mal dado. Destinos irreverentes contam historia a historia, sonho após sonho...
Olhos perdidos na imensidão procuram uma razão, de entender o que acontece; motivos em vão, mais uma pagina, do livro do destino, incerto e ao mesmo tempo belo. O raiar do luar, ilumina os passos incertos, medrosos, mas vencedores da verdade qualquer, do sonho de uma mulher.
Um vazio, formado pelo espaço, de entender e querer, ação e reação movidas pela decepção; Gosto amargo da discórdia, derrota inata, perdida roubada, no meio do nada, lagrimas a deixar, no caminho do mar, que leva aos sonhos, de abraços, com pássaros a cantar, a historia que há, regada de paz, no silencio do mar.
O mundo gira, derruba e levanta, os sonhos levados, pelo vento que passa; rouba minuto a minuto, de um sonho de querer, aprender e gozar de toda e qualquer possibilidade de ser feliz, num espaço formado a beira de um abismo, provocado e iludindo, cada pensamentos alheio, no meio de cada tempo, escrito no relento.
Tudo acontece, em torno do desejo, as linhas escritas, vidas e vidas, sonhos e sonhos, vagando no ar; pecados na terra, de tipos e tipos que há. Amar e amar, de diferentes formas para se fazer brilhar. Por que mesmo julgar?
Vem e vai gente, formadores de preconceitos, quer giram junto do mundo, que insiste em existir, rodear e afrontar o amor que há.
Realidade da nova geração, drogados, políticos safados; todo mundo misturado. Amar e respeitar, perante uma sociedade confusa, aflita, parece extremamente difícil, e ultimamente, ultrapassa qualquer tipo de compreensão.
Direitos são totalmente esquecidos, jogados, lançados para o ar. É necessário acordar e se fazer mudar, escrever outra historia, outras vidas, outras e outras.
Silencio na rua, as estrelas dormem, encobrem vidas em abandono, humanidade carente em meio a necessidade que beira ao extremo. Ninguém vê, o tamanho do real desespero, que derruba uma sociedade, formada de grandes nomes, que hoje queima a cada dia, na pedra usada, na esquina da sua casa. Esta o caos formado, o extremo da crueldade com humanos esmagados.
As almas, amam mesmo assim, descobrem as suas verdades belas e infames, cada um, cada qual, de “n” maneiras que se tem para viver, refletindo o bem, querendo a liberdade, e um mundo coerente com a sua realidade, que hoje escreve outra historia, com uma dimensão total diferente a alguns anos. Queremos liberdade, de sermos quem somos, sonharmos como assim o desejarmos, que portas não sejam fechadas, para quem quer, pensa, ou faz algo diferente, todo mundo é humano. Com vontades, sonhos, perfeições e imperfeições, com os mesmos direitos de ir e vir.
Silencio pleno, da noite que acaba, junto das palavras , que vieram na companhia do vento, iluminando meus pensamentos, alheios ao um mundo grande, perigoso e grosseiro, mas amado como tal;viver e ditar meu destino como sonhadora mortal.”
P.G
P.G
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