"Respeitada e idolatrada sociedade dos covardes, que inflamam pensamentos e às vezes desejos; Vingamos numa realidade remota e atordoada, por pessoas apressadas para com a vida, sem tempo de respirar e ligar para sentimentos alheios.
Vivemos num mundo redondo de deverás perplexidades, historias que não terminam e vidas que não vingam...
Na realidade acovardada suja e destinada, as vidas se fazem de destino acorrentados, murmúrios insatisfeitos do vento, que batem no rosto e sussurram o barulho da vida que passa, sem ter volta viva e liberte-se.
Na música encontramos palavras que servem de consolo, na meditação encontraram a paz que o mundo a muito deixou de nos transmitir, nas caminhadas do parque libertamos nossas frustrações para com o mundo e assim sucessivamente; Procuramos desesperadamente maneiras de nos desligarmos da realidade que só nos apressa para viver...
Rodeados de uma realidade inata, consagrada dos homens, machismo e pouco caso.
E assim mais um ano se vai, e dá entrada para um ano que promete ser revolucionário para a história dos humanos, todos tem que convir comigo: Ainda sonhamos com aquele grande amor, aquela vida bonita e colorida, nada realmente mudou...
Que nesta fechada de ano, paramos e pensamos no que queremos para nossa vida e principalmente o que queremos para a vida da sociedade, esse egoísmo existente, essa cobrança para ser quem não somos, essa falta de caráter que marca a face dos homens.
Precisamos sair desse poço da solidão, onde só vimos e ouvimos nossos problemas, as vezes causados pela pouca dignidade no simples fato de viver..."
P.G
Vivemos num mundo redondo de deverás perplexidades, historias que não terminam e vidas que não vingam...
Na realidade acovardada suja e destinada, as vidas se fazem de destino acorrentados, murmúrios insatisfeitos do vento, que batem no rosto e sussurram o barulho da vida que passa, sem ter volta viva e liberte-se.
Na música encontramos palavras que servem de consolo, na meditação encontraram a paz que o mundo a muito deixou de nos transmitir, nas caminhadas do parque libertamos nossas frustrações para com o mundo e assim sucessivamente; Procuramos desesperadamente maneiras de nos desligarmos da realidade que só nos apressa para viver...
Rodeados de uma realidade inata, consagrada dos homens, machismo e pouco caso.
E assim mais um ano se vai, e dá entrada para um ano que promete ser revolucionário para a história dos humanos, todos tem que convir comigo: Ainda sonhamos com aquele grande amor, aquela vida bonita e colorida, nada realmente mudou...
Que nesta fechada de ano, paramos e pensamos no que queremos para nossa vida e principalmente o que queremos para a vida da sociedade, esse egoísmo existente, essa cobrança para ser quem não somos, essa falta de caráter que marca a face dos homens.
Precisamos sair desse poço da solidão, onde só vimos e ouvimos nossos problemas, as vezes causados pela pouca dignidade no simples fato de viver..."
P.G
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